La ley portuguesa sobre el transporte pasajeros por plataforma electrónica: sujetos, relaciones y presunciones

Autores/as

  • João Leal Amado Universidad de Coimbra
  • Teresa Coelho Moreira Universidad de Minho

DOI:

https://doi.org/10.6092/issn.2421-2695/9629

Palabras clave:

Platform Economy, Urban Transport Service, Legal Status, Dependent Work

Resumen

Los Autores analizan los desafíos producidos por la revolución digital y los efectos determinados sobre las reglas a tutela del trabajador. Evidenciada la ausencia de un concepto homogéneo de trabajo por plataformas, la investigación sobre el plan comparado hace emerger que la prestación ha sido reconducida a veces en el álveo de la subordinación, otras veces en aquel de la autonomía.

Una regulación del fenómeno ha sido propuesta recientemente por el legislador portugués en relación al transporte pasajeros por plataforma electrónica. Los autores ofrecen un comentario crítico reflexionando sobre la naturaleza de la relación de trabajo. Per la lay n. 45/2018 el conductor puede ser titular de un contrato laboral subordinado o desarrollar una prestación de trabajo autónomo, mientras la plataforma ejerce algunas prerrogativas de organización, entre cuyo el control del horario de trabajo y los relativos límites.

Una reflexión conclusiva es dedicada a la presunción de trabajo subordinado contenido en la misma ley, basada en índices no plenamente adecuados a las características del trabajo en la era digital.

Citas

Aloisi A., Commoditized Workers: Case Study Research on Labor Law Issues Arising from a Set of On-Demand/Gig Economy Platforms, Comparative Labor Law & Policy Journal, 2016, vol. 37, 3, p. 662.

Berg J., Income Security in the On-Demand Economy: Findings and Policy Lessons from a Survey of Crowdworkers, Comparative Labor Law & Policy Journal, 2016 vol. 37, 3, p. 557.

Carreiro Corbal Oitaven J. - De Lacerda Carelli R. - Casagrande C.L., Empresas de transporte, plataformas digitais e a relação de emprego: um estudo do trabalho subordinado sob aplicativos, MPT, Brasília, 2018.

De Carvalho O., Escritos, Páginas de Direito, vol. I, Almedina, 1998, p. 22.

De Heredia Ruiz I., Work in the Platform Economy: Arguments for an Employment Relationship, Huygens Editorial, Barcelona, 2019.

De Sousa Franco Filho G., Dicionário Brasileiro de Direito do Trabalho, LTr, São Paulo, 2013, p. 317.

De Stefano V., The Rise of the “Just-In-Time Workforce”: On-Demand Work, Crowdwork, and Labor Protection in the “Gig-Economy”, Comparative Labor Law & Policy Journal, 2016, vol. 37, 3, p. 480.

Fernandes M., Deverá a subordinação jurídica manter-se como elemento qualificador?, in II Congresso Europeu de Direito do Trabalho, a cura di J.J. Abrantes, Almedina, FDUNL, 2018, pp. 97-107.

Furtado Martins P., La crisi del contratto di lavoro, RDES, 1997, n. 4, p. 335.

Georgenor de Sousa F. F., Dicionário Brasileiro de Direito do Trabalho, LTr, São Paulo, 2013.

Gomes J., Direito do Trabalho, Coimbra Editora, 2007.

Graham M., The Risks and Rewards of Online Gig Economy, Oxford Internet Institute, 2017.

Ignasi de Heredia R., Work in the Platform Economy: Arguments for an Employment Relationship, Huygens Editorial, Barcelona, 2019.

Instituto de Estrategia Legal en RRHH, Inteligencia artificial y sus impactos en los Recursos Humanos y en el Marco Regulatorio de las Relaciones Laborales, WoltersKluwer, Espanha, 2018.

Leal Amado J., Contrato de Trabalho – Noções Básicas, Almedina, 2ª ed., 2018.

Leal Amado J. - Gomes Santos C., A Uber e os seus motoristas em Londres: mind the gap!, Revista de Legislação e de Jurisprudência, 2016, 4001, 18, pp. 111-127.

Liberal Fernandes F., A noção de contrato de trabalho no Código de 2009: evolução ou continuidade?, Questões Laborais, 2017, 51, pp. 113-122.

Martinez P.R., Trabalho subordinado e trabalho autónomo, Estudos do Instituto de Direito do Trabalho, vol. I, Almedina, 2001, pp. 271 294.

Martins F., A crise do contrato de trabalho, RDES, 1997, 4, p. 335.

Mercader Uguina, La prestación de servicios en plataformas profesionales: nuevos indicios para una nueva realidad, in Trabajo en Plataformas Digitales: innovación, Derecho y mercado, Aranzadi, 2018, p. 155.

Monteiro Fernandes A., Deverá a subordinação jurídica manter-se como elemento qualificador?, in J. J. Abrantes (a cura di), II Congresso Europeu de Direito do Trabalho, Almedina, FDUNL, 2018, pp. 97-107.

Mota Pinto C., Teoria Geral do Direito Civil, 4a ed., curato da A. Pinto Monteiro e P. Mota Pinto, Coimbra Editora, Coimbra, 2005, p. 466.

NunesVicente J., Implicações sociais e jurídico-laborais da prestação de serviços através de plataformas virtuais – breves notas, in A Reforma Trabalhista, a cura di P.R. Fernandes da Silva, LTr, São Paulo, 2018, 30, pp. 86-92.

Nunes Vicente J., A Fuga à Relação de Trabalho (Típica): em torno da simulação e da fraude à lei, Coimbra Editora, 2008, pp. 57 122.

OIT, Trabalhar para um Futuro Melhor, Lisboa, 2019.

Paes Leme A.C. Da máquina à nuvem – Caminhos para o acesso à justiça pela via de direitos dos motoristas da Uber, LTR, São Paulo, 2019.

Paes Leme A.C. - Alves Rodriguez B. - De Resende Chaves Júnior J.E., Tecnologias disruptivas e a exploração do trabalho humano – a intermediação de mão de obra a partir das plataformas eletrônicas e seus efeitos jurídicos e sociais, LTR, São Paulo, 2017.

Pinto C.M., Teoria Geral do Direito Civil, 4.ª ed., por A. Pinto Monteiro - P. Mota Pinto, Coimbra Editora, 2005, p. 466.

Prassl J., Humans as a Service – the Promise and Perils of Work in the Gig Economy, OUP, Oxford, 2018, p. 12.

Ray J.E ., Les relations individuelles de travail 2016, Wolters Kluwer, França, 2015.

Reuters, 4.ª Revolución Industrial: Impacto de la Automatización y la Inteligencia Artificial en la Sociedad y la Economía Digital, Aranzadi, Espanha, 2018.

Ribeiro S., As fronteiras juslaborais e a (falsa) presunção de laboralidade do artigo 12.º do Código do Trabalho, Direito dos Contratos — Estudos, Coimbra Editora, 2007, pp. 345 408.

Risak M., Fair Working Conditions for Platform Workers - Possible Regulatory Approaches at the EU Level, Friedrich-Ebert-Stiftung, 2017.

Rodes J.M. - Piejut G. - Plas E., Memory of the Information Society, UNESCO, Paris, 2003.

Sousa Ribeiro J., As fronteiras juslaborais e a (falsa) presunção de laboralidade do artigo 12.º do Código do Trabalho, in Direito dos Contratos — Estudos, Coimbra Editora, 2007, pp. 345-408.

Todolí Signes A. Nuevos indícios de Laboralidad como Resultado de las Nuevas Empresas Digitales, in Economía Colaborativa y trabajo en plataforma: realidades y desafíos, Editorial Bomarzo, 2017, p. 224.

Todolí Signes A., El trabajo en la era de la Economía Colaborativa, Tirant lo Blanch, Valencia, 2017.

Publicado

2019-07-01

Cómo citar

Leal Amado, J., & Coelho Moreira, T. (2019). La ley portuguesa sobre el transporte pasajeros por plataforma electrónica: sujetos, relaciones y presunciones. Labour & Law Issues, 5(1), 47–81. https://doi.org/10.6092/issn.2421-2695/9629

Número

Sección

Ensaya